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Depois da aprovação da Lei Bases e do pacote fiscal, do desembolso de US$ 800 milhões pelo FMI e da renovação do swap cambial com a China por quase US$ 5 bilhões, o Governo argentino decidiu dar mais um passo no caminho do encerramento do cepo cambial, ao eliminar a obrigação de quem investe em dólar enviar suas moedas ao banco, instituída em 2021 pela Comunicação 'A' 7340 do BCRA.

Por meio do Comunicação "A" 8042, de 13 de junho de 2024, publicado nesta terça-feira no Diário Oficial, uma das normas que compõem as ações é modificada de forma muito específica. A partir de hoje, os agentes do mercado poderão reinvestir as divisas recebidas da arrecadação de capitais e juros sobre títulos de dívida sem passar primeiro pela sua conta bancária.

A nova medida do BCRA estabelece que esta restrição 'não se aplicará às compras de títulos efetuadas por clientes com recursos em moeda estrangeira recebidos nos 15 (quinze) dias úteis anteriores à cobrança de capital e/ou juros de títulos de dívida emitidos por residentes' .

O adiantamento do Ministério da Economia sobre o cepo

Em comunicado conjunto divulgado nesta quinta-feira pelo Ministério da Economia e pelo BCRA, confirma-se que o Banco Central "considera avançar na liberação dos controles cambiais e maior flexibilidade cambial", mas ressalta que o fará "enquanto estas medidas não impliquem riscos excessivos para o processo de redução da inflação e fortalecimento do seu balanço".

O processo de eliminação dos controles cambiais "será definido pelas próprias autoridades argentinas, contemplando a evolução das variáveis ​​econômicas relevantes, que compartilharão com o FMI os parâmetros que serão monitorados, sem incluir compromissos em datas ou medidas específicas", expande a declaração.

Fonte: Ámbito

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Roubo de carga diminui no Brasil

De janeiro a março deste ano, o Centro de Inteligência da Overhaul, empresa de gerenciamento de riscos e visibilidade da cadeia de suprimentos independente de dispositivos, registrou 3.639 roubos de cargas. Isso representa uma média de 1.213 casos por mês. Das ocorrências totais, 93.86% foram violentas.

O relatório da Overhaul aponta ainda que aproximadamente 23% dos roubos ocorridos em todo o país no primeiro trimestre de 2024 tiveram como alvo o transporte de mercadorias compradas em lojas virtuais.

Apesar de os números permanecerem altos, o estudo indica que este é o menor registro de roubos de cargas no primeiro trimestre no país desde 2021, quando atingiu 4.104 ocorrências – em 2022, foram 4.177, sendo o recorde em 2023, com 4.585.

Foco no Sudeste

Os índices gerais de roubo e furtos de cargas no país estão mais baixos, todavia, São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais, registraram aumento nas ocorrências. As notificações nos três estados correspondem a 86% do total do país.

A maioria das ações (59%) são realizadas em ruas das cidades, 38% em rodovias e 3% em armazéns e centros de distribuição. Os dias e horários preferidos são terça, quarta e quinta-feira, entre 06h e 18h.

Produtos mais roubados
Caminhões com produtos diversos como alimentos e bebidas, tabaco e peças de veículos estão na lista de carregamentos mais roubados.

No topo da lista de cargas mais visadas pelas quadrilhas que atuam no Brasil, segundo o relatório da Overhaul, estão os caminhões com carregamentos diversos, com 44% das ocorrências. Em seguida, estão as cargas agrícolas, como sementes e agrotóxicos (12%); eletroeletrônicos (11%); tabaco e alimentos e bebidas (7%); veículos e autopeças (6%); e bebidas alcoólicas (3%).

Fonte: Frota&Cia

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Representantes do governo federal, do setor produtivo e do estado de Mato Grosso debateram na semana passada, em audiência pública, as oportunidades e os desafios para a implantação da rodovia binacional Brasil-Bolívia. Os participantes avaliaram que o empreendimento, quando autorizado e concluído, tem o potencial de fortalecer o setor do agronegócio e as exportações brasileiras. O debate foi realizado por iniciativa conjunta das Comissões de Infraestrutura (CI) e de Relações Exteriores (CRE).

A audiência foi sugerida pelos senadores Wellington Fagundes (PL-MT) e Wilder Morais (PL-GO). O debate foi presidido por Fagundes, que defendeu a ligação do Atlântico ao Pacífico por meio da binacional em prol do setor produtivo de Mato Grosso.

Governador do estado, Mauro Mendes declarou que a implantação da rodovia já é discutida há décadas e cobrou ações mais concretas para o projeto.

O governador afirmou que o projeto para o asfaltamento já foi contratado e, uma vez pronto, será iniciado o processo para asfaltamento dos primeiros 40 quilômetros. Para ele, entretanto, a liderança das negociações deve ser do governo federal para garantir a parceria bilateral e a conclusão do empreendimento.

Na audiência, foi exibido vídeo sobre a cidade de Vila Bela da Santíssima Trindade (MT), que deverá ser ligada ao lado boliviano por meio da rodovia binacional. Prefeito do município, André Bringsken defendeu a pavimentação da rodovia como uma das rotas de integração latino-americana.

De acordo com ele, a conclusão da rodovia com a Bolívia diminuirá o frete para a produção do agronegócio, além de baratear a compra de fertilizantes vindos do território boliviano. O prefeito também afirmou que uma estrada ligando Vila Bela até a fronteira com o município boliviano de San Ignacio de Velasco já existe, mas ainda necessita da implantação de uma alfândega, além da devida pavimentação por todo o trajeto.

Fonte: Agência Senado

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