Confira os expedientes aduaneiros comunicados pelas unidades de fronteira da Receita Federal no feriado de 15/11 - Proclamação da República.
Conforme recebermos a informação de outras fronteiras atualizaremos este comunicado.
FOZ DO IGUAÇU (PR)
15/11 - Sem expediente no Porto Seco. Haverá, porém, liberação de exportação canal verde.
GUAÍRA (PR)
14 e 15/11 - Sem expediente
CORUMBÁ (MS)
15/11 - Sem expediente
20/11 - Sem expediente
MUNDO NOVO/MS
15/11 - Sem expediente
20/11 - Sem expediente
27/11 - Sem expediente (feriado municipal)
URUGUAIANA (RS)
| Data | ALF/URA Sede | Porto Seco Rodoviário | Gerenciamento de risco | SACIT - TABR290 |
| 15/11 | Sem expediente | 8 às 14h | Sem expediente | 08h às 21h |
| 20/11 | Sem expediente | 8 às 14h | Sem expediente | 08h às 21h |
SÃO BORJA
| Data | IRF/SBA Sede | CUF - Despacho |
| 15/11 | Sem expediente | |
| 20/11 | ||
ITAQUI
| Data | IRF/ITQ Sede | Porto |
|
15/11 |
Sem Expediente |
Sem expediente contribuinte/atendimento - Apenas liberação de caminhões |
| 20/11 |
QUARAÍ
| Data | IRF/QUA Sede | Aduana |
|
15/11 |
Sem Expediente |
8h30 às 12h30 e das 14h30 às 18h30 |
| 20/11 |
BARRA DO QUARAÍ
| Data |
IRF/BQI Sede |
| 15/11 |
8h às 20h |
| 20/11 |
PORTO XAVIER
| Data | Sede | Porto |
| 15/11 | Sem Expediente | 9h às 11h e das 16h às 18h (atendimento/travessias) |
| 20/11 |
PORTO MAUÁ
| Data | Sede | Aduana |
| 15/11 | Sem Expediente | 8h às 12h e das 14h às 18h - Turistas e Caminhões |
| 20/11 |
Recentemente chegou a conhecimento da ABTI a implementação pelo município de Formosa, na Argentina, de uma taxa cobrada de todos os veículos de passeio e de carga que ingressem no território da cidade.
No entendimento da Associação, a taxa, no valor de $7.305,14, se trata de uma cobrança arbitrária e indevida. Ela incide sobre cada unidade veicular que apenas transite pelo território municipal e fere o princípio de isonomia estabelecido pelo Acordo sobre Transporte Internacional Terrestre (ATIT) em seu Artigo 5, além de não contar com aviso prévio, o que desrespeita também o artigo 18 do Acordo.
Ademais, a própria Constituição argentina assegura que não haverá cobranças de outras taxas ou impostos que não sejam aquelas emitidas pelo governo federal.
Diante do problema, a ABTI expôs a situação ao Chefe da Divisão de Argentina, Uruguai e Chile (DAUC) do Ministério das Relações Exteriores. Prontamente a Associação recebeu um retorno, reconhecendo a problemática e solicitando o encaminhamento de comprovantes de pagamento da taxa feitos por transportadores brasileiros.
Caso algum associado tenha recebido essa cobrança em Formosa e tenha realizado o pagamento, pedimos que enviem à Associação o comprovante, através do e-mail conformidade@abti.org.br, para que possamos auxiliar o Ministério na busca de esclarecimentos e revogação da taxa.
A ABTI é uma das entidades do setor privado de transporte do Mercosul que está empenhada em promover um estudo amplo sobre a utilização do Conhecimento Internacional de Transporte Rodoviário de Carga (CRT) no bloco e com subsídios para a digitalização deste documento.
O projeto chamado "Diagnóstico técnico, jurídico e operacional do CRT nos países do Mercosul + Chile" visa identificar desafios, harmonizar critérios e propor soluções que facilitem a implementação do e-CRT, contribuindo para uma região mais integrada, eficiente e moderna. Ele será conduzido pelo Instituto Procomex, baseando-se em seus já bem sucedidos métodos para articular estudos entre intervenientes públicos e privados do comércio exterior de diferentes países.
Esta é uma iniciativa fomentada pelas principais entidades dos países envolvidos. Além da ABTI, são promotores NTC & Logística (também do Brasil), FADEEAC, ATACI e CALIBRE (Argentina), CAPATIT e AGETRAPAR (Paraguai) e CATIDU (Uruguai).
Razões do estudo
Um dos principais gargalos identificados pelo Procomex em estudos anteriores sobre a Gestão Coordenada de Fronteiras e o Corredor Bioceânico foi o controle ainda dependente de documentos em papel.
Um destes documentos de porte obrigatório é o Conhecimento (CRT). Isso gera uma série de dificuldades que impactam diretamente a eficiência e a competitividade do setor.
Entre os principais problemas identificados estão a falta de critérios harmonizados para emissão e controle, a ausência de regulamentações entre os diferentes países e a falta de uma estrutura de dados comum que permita o compartilhamento de informações entre as autoridades. Outros problemas envolvem a frequente aplicação de multas e a rejeição de documentos que não atendem requisitos específicos de cada país transitado.
O estudo busca garantir as bases técnicas, legais e operativas para que o CRT eletrônico seja aplicável e seguro para as autoridades do Mercosul e Chile.
A Associação irá compartilhar com os associados maiores informações conforme o estudo avançar.