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Considerando todos os comunicados emitidos pelo Banco Central da República Argentina – BCRA, referentes ao SIRASE - Sistema de Importações da República Argentina e Pagamentos por Serviços no Exterior, que está restringindo transferências por serviços de frete para transportadoras brasileiras;

Considerando as informações sobre as escassas reservas financeiras da Argentina, que se somam à instabilidade econômica e política diante do período eleitoral para eleger o(a) presidente, membros do congresso nacional e governadores(as) da maioria das províncias;

Considerando os prazos já previstos nos Comunicados emitidos pelo BCRA (90 dias) assim como o prazo adicional para aprovação do SIRASE para dar acesso ao mercado de câmbios para cursar a remessa dos pagamentos de serviços de fretes (60 dias);

Considerando o risco iminente de uma desvalorização da moeda (o peso), que poderá ser absorvido pelo setor de transporte enquanto aguarda-se a efetiva transferências dos valores correspondentes à prestação de serviços; e

Por fim, cientes que a situação independe da capacidade econômica/financeira dos clientes que contratam os serviços de transporte, a Associação sugere aos seus associados que toda operação bilateral realizada com a Argentina seja negociada para que o incoterm garanta o pagamento no Brasil.

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Vários indicadores explicam a fragilidade competitiva externa da Argentina.

Sem ir muito longe, a previsão para 2023 sobre a participação da Argentina nas exportações totais (de bens e serviços) em todo o mundo (que será de cerca de 32 bilhões de dólares) antecipa que (a condição agravada este ano pela forte seca que afeta a geração de exportações agropecuários) sofreremos nossa menor proporção (participação das exportações no total mundial) da história: 0,25% . Essa relação foi um pouco superior a 0,30% nos últimos anos; enquanto havia ultrapassado 0,40 no início deste século; atingiu 0,80 em 1960 e ultrapassou 2,5% em 1940.

Uma das formas de verificar a dificuldade competitiva da Argentina é comparar as exportações em relação à população e avaliar a situação relativa a países semelhantes ("conhecer é comparar", disse Roger Kaufman). Ou seja: medir as exportações per capita.

Quanta oferta exportável nossa sociedade pode gerar? E quanto em comparação com nossos vizinhos?

A referência "aberta" - exportações per capita - é relevante porque a capacidade exportadora internacional não se refere apenas a algumas empresas, mas também à integração de dinâmicas complexas em que investimento qualificado, formação de conhecimento produtivo (nas pessoas e nas organizações), operação de redes de valor integradas e ampliadas, preparação de instrumentos de reputação e legitimidade, desenvolvimento de uma geopolítica adequada e implementação de instrumentos comerciais bem sucedidos de uma virtuosa ação externa. Não há setor exportador desconectado do resto da economia. Não da sociedade.

O referido, portanto, implica entender que a capacidade competitiva inclui muitos atores: a OMC diz que 45% de todas as exportações mundiais são "exportações indiretas", o que significa que quem gera o maior valor exportado não é quem está "exportando" formalmente o produto na última etapa da jornada comercial, mas quem está operando por trás dela em uma rede de criação. integrado, John Kay ensinou que a base do sucesso nos negócios é alcançar uma "arquitetura" de link bem-sucedida. Bem, nesse sentido vale a pena medir a proporção de exportações por habitante (exportações per capita). Essa proporção para toda a América Latina (no último registro disponível, 2021) é de US$ 2.272.

Na região da qual fazemos parte, os países que apresentam os melhores resultados - nesta análise - são Uruguai (US$ 5.857) e Chile (US$ 5.044). Em seguida, Panamá (US$ 3.930) e Costa Rica (US$ 3.309) ocupam um segundo lote. O terceiro grupo é ocupado por Peru (US$ 2.299) e Paraguai (US$ 2.089). Em seguida vem o Equador (US$ 1.964). Logo após Argentina (US$ 1.882) , Brasil (US$ 1.617), República Dominicana (US$ 1.372) e Colômbia (US$ 1.249) completam uma primeira lista (as que seguem apresentam números já menores).

Assim, a comparação mostra que Argentina e Brasil são países com pouco desenvolvimento comparativo das exportações em relação ao número de habitantes. O que também fornece algumas explicações para entender algumas reivindicações observadas no Mercosul nos últimos tempos.

O número de habitantes, que deveria conferir uma condição melhor (e não pior) está relacionado com a capacidade produtiva (recursos humanos disponíveis). Assim, nos casos da Argentina e do Brasil, deve-se acrescentar que a extensão de seu território (quinto e oitavo país geograficamente mais extenso do mundo) e suas riquezas naturais lhe conferem uma condição ainda melhor. Mas suas capacidades comparativas de exportação não mostram resultados satisfatórios.

A Argentina, em particular, exibe uma fraqueza antiga. A relação exportação/PIB em nosso país nunca atingiu a média mundial (que hoje é de 30%) em mais de 50 anos. Portanto, será conveniente corrigir defeitos.

Pode-se citar um "pentágono de condições", para prever a correção: necessária para um melhor resultado. A primeira dessas condições é a recuperação da validade de instituições públicas fortes (que concedem garantias, validade de direitos subjetivos, cumprimento de contratos e despolitização da economia); a segunda, a estabilização da macroeconomia (sem um ambiente de variáveis ​​de referência ordenadas, é altamente complexo competir em mercados externos onde os competidores usufruem de parâmetros previsíveis); o terceiro é a existência de uma mesoeconomia virtuosa (na qual é garantido acesso a recursos, boa formação de capital humano, prestação de serviços qualificados, infraestrutura, conectividade); o quarto é a adequação de todo o sistema regulatório e normativo (na Argentina é necessário substituir o atual regime altamente intervencionista - e obstrutor da autonomia das empresas - por um mais liberal e autônomo dos fatores produtivos) e o quinto é a preparação de uma sólida arquitetura de vínculos internacionais (através de acordos de livre comércio, pactos de integração econômica internacional, instrumentos de abertura recíproca e complementação com terceiros mercados).

Fonte: La Nacion
Imagem: Getty Images/Via BBC

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A Confederação Nacional do Transporte (CNT) participou nessa quarta-feira (14), do seminário Anfavea – Conduzindo o Futuro da Eletrificação no Brasil. O evento, realizado pela Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores, teve como tema um olhar para a infraestrutura e para a indústria nacional. Palestrantes brasileiros e estrangeiros dos setores público e privado, além da academia e representantes do governo, debateram os desafios e oportunidades da mobilidade elétrica no Brasil a partir de experiências internacionais.

Na abertura o presidente da Anfavea, Márcio Lima, ressaltou o quanto os setores ali reunidos são capazes de trazer tecnologia para o Brasil. "Basta previsibilidade. Isso e segurança jurídica é o que o setor e a economia querem", destacou.

A cerimônia também contou com autoridades do primeiro escalão do governo, entre as quais o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, que ressaltou a relevância da iniciativa da Anfavea e o alinhamento com o programa do governo. "O presidente Lula conhece melhor do que ninguém a importância do setor automotivo para o Brasil, para a geração de emprego e renda, para o desenvolvimento de tecnologia e para a balança comercial", frisou.

O vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, ampliou o coro de melhores projeções econômicas para o país e o setor automobilístico. Ao pontuar a reforma tributária, disse que ela impulsionará a indústria. "Simplifica os impostos, reduz o Custo Brasil e atrai investimentos", explicou. Coube ao Alckmin a fala de fechamento do encontro, durante a solenidade de encerramento.

Presidentes das principais entidades do setor também se fizeram presentes, além de CEOs de montadoras e outras empresas do ecossistema automotivo. O diretor executivo da CNT, Bruno Batista, esteve no painel Perspectivas de Investimento e Infraestrutura, representando o presidente da CNT, Vander Costa. Bruno alertou que para sair dos veículos à combustão para os elétricos tem de se levar em conta a formação de mercado e que para isso é preciso o público conhecer a tecnologia. "Na CNT, investimos em uma série sobre energia no transporte que contempla eletromobilidade. É preciso ampliar o conhecimento sobre essa tecnologia para que o consumidor — empresário e sociedade em geral — saibam usá-la", pondera.

O espaço também contou com a presença do secretário nacional de Transição Energética e Planejamento do Ministério de Minas e Energia, Thiago Barral, e de executivos de empresas ligadas à infraestrutura veicular elétrica. O grupo discutiu aspectos ligados à geração, transmissão e distribuição de energia elétrica, da indústria de matérias-primas e de componentes ligados à eletrificação. Trocaram ideias também sobre parcerias entre os setores público e privado para a implantação dessa tecnologia.

O representante da CNT destacou, ainda, que um dos grandes desafios da mobilidade elétrica no Brasil é a instalação de infraestrutura. Nesse aspecto, os principais entraves são o tempo de duração da bateria e o de recarga dos veículos elétricos, dadas as longas distâncias a serem percorridas em um país de dimensões continentais. Bruno salienta que o transportador brasileiro não poderá contar com subvenções públicas, diferentemente de como acontece na China, Europa e nos Estados Unidos. Por esse motivo, a eletromobilidade no país está sendo mais debatida para a adoção de carros de passeio do que para grandes veículos, como ônibus e caminhões. Um paradoxo, tendo em vista que, no quesito mobilidade urbana, 90% dos passageiros realizam viagens de transporte coletivo por ônibus. No âmbito do transporte de cargas, também se fala pouco desse tipo de energia para veículos pesados, apesar de 60% desse tipo de movimentação ser por meio do modo rodoviário.

Durante a exposição, o diretor executivo ressaltou que a CNT busca manter o transportador atualizado sobre o uso de tecnologias alternativas — tanto que eletromobilidade no transporte foi destaque de uma das publicações da Confederação. A edição sobre o assunto aborda a propulsão por eletricidade como uma das alternativas em substituição aos combustíveis fósseis e uma das principais soluções para a descarbonização do setor.

Conheça a publicação da CNT:

Eletromobilidade – Uma das soluções para alcançar a neutralidade de carbono

Fonte: CNT
Imagem: Divulgação CNT

 

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