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A maior feira e congresso de transporte e logística do sul do país reuniu milhares de pessoas do setor no Centro de Eventos FIERGS, em Porto Alegre.

Com o objetivo de impulsionar negócios e promover relacionamentos, o evento organizado pelo SETCERGS (Sindicato das Empresas de Transportes de Carga e Logística do Rio Grande do Sul) mostrou-se um importante elo entre os diferentes atores do segmento. Durante os quatro dias de realização, de 20 a 23 de junho, mais de 20 mil pessoas estiveram presentes, entre empresários, executivos, profissionais e interessados no setor. A TranspoSul se consolidou como um espaço propício para a troca de informações, apresentação de novidades e fortalecimento das parcerias.
Segundo Sérgio Mário Gabardo, presidente do SETCERGS, a feira desempenha um papel crucial na promoção da inovação e interação entre montadoras, fabricantes de equipamentos e empresas transportadoras.

"Estamos vivendo um momento desafiador no transporte, mas também de muita inovação. A TranspoSul cumpre o importante papel de facilitar essa troca de informações e conhecimentos. Além disso, valorizar os recursos humanos dentro de cada organização é fundamental. As pessoas têm um valor inestimável", ressaltou Gabardo.

A avaliação final do evento revelou que a movimentação de negócios gerados entre as empresas participantes superou a meta inicial de R$ 1,5 bilhão.

Presente no último dia do evento, o prefeito Sebastião Melo, se disse impressionado com o resultado e movimentação do evento.

"Sabemos a importância do setor de transporte e logística para sociedade. Essa grande movimentação é positiva para economia da cidade e para todos nós. Estivemos com o vice-prefeito na abertura e fiz questão de vir no encerramento para prestigiar esse evento tão importante para nossa cidade", afirmou.

Empresas relatam bom desempenho nos negócios

O relato das empresas participantes do evento foi de surpresa e satisfação com o bom movimento de negócios e de procura por parte de clientes. A movimentação foi intensa desde os primeiros dias do encontro.

"O SETCERGS foi o primeiro sindicato com o qual a TruckPag firmou parceria. Me impressionou como a diretoria é unida e atua, realmente, em prol do transporte rodoviário de cargas. Foi o Rio Grande do Sul que abriu as portas do setor para nós. Queremos continuar caminhando juntos, na estrada, de mãos dadas com os nossos parceiros gaúchos", destacou Kássio Seefeld, CEO da TruckPag.

Para a Omnilink, a TranspoSul, cumpre um papel importante no relacionamento com os clientes. A empresa apresentou inovações em segurança e tecnologia no gerenciamento de frotas.

"É a maior feira do setor no Sul do Brasil, e não poderíamos deixar de participar. Temos uma base forte na regional Sul e foi uma boa oportunidade para estar mais perto dos nossos clientes", afirmou o coordenador regional da empresa, Evandro Ruhoff.

A feira foi excelente na visão do promotor de marketing da Scania Brasil, Adenilson Alves.
"Os visitantes puderam conhecer os veículos da Scania e ficaram bastante contentes com as novidades apresentadas. O ambiente esteve bem estruturado e localizado", disse.

A TW Transportes apostou na ampliação do espaço melhorando a estrutura a partir de experiências já bem sucedidas no evento.

"Sentimos que vem evoluindo a cada ano. A estrutura interna e externa, deslocamento dentro e fora da feira, distribuição dos expositores e circulação de pessoas melhorou bastante. O setor de logística como um todo vem entendendo cada vez mais a importância de uma feira como esta. A TranspoSul possibilita a conversa entre nós do setor, entre clientes e consumidores" disse o gerente de vendas e marketing da TW Transportes, Douglas Klock.

A TranspoSul 2023 contou com o apoio de importantes patrocinadores, como Dipesul Volvo, Iveco, Mercedes-Benz e Volkswagen Caminhões e Ônibus, além dos patrocinadores premium Grupo Vamos e os patrocinadores Plus Transpocred e Veloe Go. Também foram fundamentais os apoios institucionais da Abralog, ABTC, ABTI, ABTLP, AGAD, AGAS, Anfir, Ceporto, FECAM-RS, Fecavergs, Fetergs, Fetrancesc, Fetranspar, Fetransul, Instituto Federal Campus Canoas, Setal, SETCESC, Setcesul, Setnoroeste, Sime, Sindiatacadistas, Sindicar, Sinditransporte, Ulbra e Uniritter.

Redação e imagens: Divulgação SETCERGS

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Há sessenta dias que os transportadores que cumpriram com suas prestações de serviços nas negociações bilaterais com Argentina, confiando na repatriação de remessas dos montantes correspondentes aos fretes, vem sofrendo com os impactos diretos impostos pelo Banco Central de República Argentina (BCRA) que não somente adiou qualquer transferência por 90 dias como mínimo, quanto exigiu uma anuência do "Sistema de Importaciones de la República Argentina y Pagos de Servicios al Exterior (SIRASE)".

SIRASE é uma ferramenta destinada a analisar a efetivação tributária e a capacidade econômico-financeira dos contribuintes que efetuam pagamento ao exterior por serviços contratados, por conta própria ou de terceiros, procedimento que pode demandar 60 dias. O pesadelo financeiro consumiu ainda mais 30 dias, quando todos os transportadores tiveram que reingressar os dados das apresentações já realizadas, que são consideradas como declarações juramentadas e requeriam consentimento expresso para conhecimento e analise da AFIP, Secretaria de Comércio e BCRA para anuência.

O esvaziamento dos capitais de giro nos caixas brasileiros, leva sessenta dias. Um prejuízo de US$ 200 mi (duzentos milhões de dólares). O fantasma da desvalorização do peso argentino assolando transportadores. Exportações brasileiras retidas nas fronteiras. Demissões em massa. Data certa para fechar portas. Não houve tempo hábil para renegociações. Pouquíssimas alternativas que dependem de determinações políticas. Um efeito dominó ladeira abaixo, difícil de impedir porque não há clareza, confiança e nem segurança.

Hoje os transportadores estão pendentes de algum resultado favorável na reunião de Presidentes, marcada para hoje à tarde, em Brasília, que não somente abordarão este tema como importações, FMI e o acordo do Mercosul-EU. Várias propostas foram apresentadas pela ABTI para amenizar o impacto das medidas implementadas por Argentina. Os governos necessitam encontrar uma solução de forma imediata para que a crise econômica argentina não leve com sigo muitas transportadoras brasileiras.

Imagem: Mariano Sayno/Getty Images

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As condições climáticas nas altas montanhas e os estragos causados no trecho, sugerem que o Passo Cristo Redentor ficará fechado para circulação de todo tipo de veículos por um tempo mais prolongado.

As chuvas abundantes, registradas nos últimos dias devido a uma tempestade, causaram buracos na rota, principalmente no lado chileno. Estima-se que esse reparo levará mais alguns dias, portanto, o trânsito para o Chile deverá ser desviado por outras fronteiras, pelo menos enquanto perdurar a situação. Ainda não há uma declaração oficial sobre como seguirá a contingência, mas é claro que as condições no corredor internacional, não permitirão uma abertura nesta segunda-feira, como esperado.

Autoridades da Associação de Proprietários de Caminhões de Mendoza (APROCAM), informam que "Uspallata está colapsada e as condições nas altas montanhas são muito adversas. Sugerimos que interrompam a saída de caminhões de Mendoza, de outras províncias e de países vizinhos com destino ao Chile, que parem seus caminhões em locais onde possam ter condições dignas para os motoristas, pelo menos até que haja uma comunicação oficial", destacou o presidente da Aprocam, Ricardo Squartini.

A Defesa Civil emitiu o alerta laranja neste final de semana para queda de neve pela zona da cordilheira com ventos de Oeste, e pela chegada do Zonda na pré-cordilheira e à planície.

A ruta 7 está habilitada apenas até Uspallata, a temperatura é de 14 graus. Mais acima, em Puente del Inca e Las Cuevas foram registradas marcas negativas, -2 e -3, respectivamente.

Em relação ao Passo Internacional, extraoficialmente, a coordenação argentina estima um tempo mínimo de 7 dias para a realização dos trabalhos acima mencionados, desde que não ocorram novas crises meteorológicas na área afetada.

Fonte: APROCAM

Imagem: Divulgação Ámbito

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